sábado, 1 de agosto de 2009

Sinais

Aqui há dias, em conversa com uma amiga que insiste que os sinais novos que me apareceram na cara são sardas, lembrei-me de um episódio da minha infância. Devia eu ter uns sete anos quando decidi cortar com uma tesoura um sinal superficial que tinha na perna direita. A ideia era perceber se, depois de a ferida cicatrizar, o sinal aparecia de novo ou não. Já na altura tinha esta necessidade de fazer experiências para validar teorias. Mas contava eu, peguei na tesoura e cortei o sinal. Praticamente não fez sangue e também não deve ter doído muito porque fui a correr entusiasmada mostrar o grande feito à minha mãe, que falava alegremente ao telefone. Escusado será dizer que desligou imediatamente, transtornadíssima e a ralhar-me. Nesse dia fui dormir mais cedo, uma injustiça, claro. A verdade é que o sinal desapareceu mas não voltei a repetir a experiência, entretanto explicaram-me técnicas mais fixes, como o laser e o azoto líquido.

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