A minha pilha de livros para ler tem crescido continuamente desde há 4 anos, altura em que fui mãe pela primeira vez. E só não cresceu mais porque, a dada altura, recusei-me a comprar livros para ficarem na prateleira. Passei a comprar livros infantis, que, esses sim, tinham, e têm, muita leitura.
Entre comprados e oferecidos, o meu filho tem mais livros do que muitos adultos juntos. (Não é que o muito seja uma coisa boa, sou contra o excesso - também nos livros.)
O historial de noites mal dormidas e de deitares pouco pacíficos deram conta de um dos meus hábitos preferidos, que era (que é!) ler antes de dormir.
Faz parte da rotina do deitar, mas do filho, que a minha, ainda mais agora com um bebé a dormir no quarto, tem sido desmaiar na cama assim que posso.
De modo que, na minha mesa de cabeceira mora um livro há vários meses, Disse-me um adivinho, de Tiziano Terzani. Foi-me oferecido há uns três anos, mas só há pouco tempo lhe peguei, num processo em que acredito que o livro chama por mim quando chega o momento de o ler, e estou a gostar muito do estilo, do tema, da viagem ao oriente para onde o livro me transporta sempre que pego nele.
No outro dia, fiz um teste: quanto tempo conseguia estar a ler sem ser interrompida. Um filho a ver desenhos animados e o outro a dormir. Consegui uns fantásticos oito minutos!
O livro tem quase quinhentas páginas e vou a meio. Suspeito que este será ainda a minha leitura para o Verão.
Entre comprados e oferecidos, o meu filho tem mais livros do que muitos adultos juntos. (Não é que o muito seja uma coisa boa, sou contra o excesso - também nos livros.)
O historial de noites mal dormidas e de deitares pouco pacíficos deram conta de um dos meus hábitos preferidos, que era (que é!) ler antes de dormir.
Faz parte da rotina do deitar, mas do filho, que a minha, ainda mais agora com um bebé a dormir no quarto, tem sido desmaiar na cama assim que posso.
De modo que, na minha mesa de cabeceira mora um livro há vários meses, Disse-me um adivinho, de Tiziano Terzani. Foi-me oferecido há uns três anos, mas só há pouco tempo lhe peguei, num processo em que acredito que o livro chama por mim quando chega o momento de o ler, e estou a gostar muito do estilo, do tema, da viagem ao oriente para onde o livro me transporta sempre que pego nele.
No outro dia, fiz um teste: quanto tempo conseguia estar a ler sem ser interrompida. Um filho a ver desenhos animados e o outro a dormir. Consegui uns fantásticos oito minutos!
O livro tem quase quinhentas páginas e vou a meio. Suspeito que este será ainda a minha leitura para o Verão.
(Mas ando com muita curiosidade para ler a Elena Ferrante, da qual já tenho os dois primeiros volumes, também oferecidos, da colecção A Amiga Genial.)
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