Cruzo-me com uma vizinha no elevador, levo o bebé no carrinho.
- É seu? - pergunta a vizinha com ar de espanto.
- Claro que é meu! - respondo a rir. Havia de ser de quem?
- Sei lá, talvez um sobrinho!
A vizinha, com quem reuni, já muito barriguda, por assuntos do condomínio, não reparou que eu estava grávida. Por fim, desculpou-se. Como tenho uma criança pequena, achou que ainda não tinha recuperado da gravidez anterior. Ou, dito de forma curta, achou que estava eu gorda.
Normalmente, é ao contrário. Costumam felicitar uma mulher convictos de que ela está grávida quando não está. Que, pensando bem, é o risco que corro agora.
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