sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Autorádio

Depois de me queixar interminavelmente do rádio do meu carro estar avariado, ofereceram-me um. Novinho, bonitinho e mais uns quantos -inhos. Fiquei contentíssima e convenci-me que conseguia, eu própria, instalá-lo. Que diabo! é só ligar uns cabos e já está. Nas instruções do rádio, fóruns e sites entendidos nestas coisas de automóveis, garantiram-me que sim.

No sabádo passado pedi ao meu irmão que me ajudasse, não fosse a coisa ser mais complicada do que parecia. No entanto, o rádio antigo recusou-se determinantemente a sair e fiquei sem saber se a minha teoria estava certa ou errada. Podia muito bem ser só ligar uns cabos mas não tínhamos as ferramentas próprias para, antes disso, tirar de lá o antigo.

Enfim, tive de aguentar mais uns dias sem rádio, embora estes tenham sido mais difíceis, pois sentia a frustração de não poder fazer nada, para além de ir a uma oficina. E isso tinha de esperar.

Isto tudo porque desde esta manhã que tenho o rádio, finalmente, a funcionar no meu carro e é sexta feira, dia típico de trânsito no regresso a casa.

Mas hoje, e só hoje, não me vou importar, porque vou poder ouvir um conto de Agatha Christie, narrado pelo Fernando Alvim*, no meu autorádio novo!

(* Audiobooks do Expresso)

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