quarta-feira, 7 de março de 2007

Autoridade familiar

Telefona-me a minha avó, lá de longe:
Depositei dinheiro na tua conta para que a senhora da limpeza passe a ir mais vezes a tua casa. (Ó avó, não é preciso!) Já decidi, eu pago. (A sério, avó, não é (só) pelo dinheiro...) Tu não tens vida para isso. (Então não tenho?! Claro que sim.) Eu é que mando, por isso, resolve lá isso.

E pronto, por mais que lhe explique que não é preciso, ela já decidiu que sim. Agora só tenho de a fazer perceber, sem ferir a sua susceptibilidade, que não lhe admito esta intromissão, esta ajuda imposta, mesmo que seja com a melhor das intenções, que eu sei que é.

7 comentários:

  1. se quiseres mandas a senhora da limpeza a minha casa que lá há sempre muito para fazer, tá?

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  2. Nao seja por isso... uma transferencia dessa prestação de serviço para a minha casa não seria rejeitada! Pensa nisso!... Merci! :-)

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  3. Bela avó! Quem me dera que a minha fosse assim!

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  4. Olha olha, pode vir um diazinho a minha casa tambem???

    Com os avos nao vale a pena, são mais teimosos que crianças... eu vejo pelo meu, que quando mete uma coisa na cabeça nao ha volta a dar.

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  5. olha.
    faço meu o comentário da xana.

    bjocas.

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  6. ai, os avós!
    aproveita o tempo que tens com eles!

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  7. Concordo com a "eu":-)
    Que falta que eles fazem...

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