Os discursos e os temas semelhantes em todo o lado: desemprego, déficit, Reforma da Função Pública, Europa, Regionalização, alternativas energéticas...
Ségolène Royal pareceu-me bastante convincente, embora nem sempre muito precisa, serena na maior parte do tempo, agressiva mas delicada.
Não gostei da atitude algo paternalista de Nicolas Sarkozy, na sua aparente calma e superioridade. Reconheço-lhe garra e determinação, mesmo não concordando com as suas teorias.
Do debate acho que não houve propriamente um vencedor. Ségolène mostrou que tem estrutura para ser presidente e, muito embora Sarkozy continue favorito, a minha expectativa para domingo persiste.
Quem esteve mal, mesmo mal, neste debate, foram os jornalistas.
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Confesso que estou mais preocupado e atento ao espectáculo degradante e deprimente que reina na Câmara Municipal de Lisboa.
ResponderEliminarVolta João Soares, estás perdoado!
Indescritível, para não começar a usar palavrões para qualificar a situação...
Zé Nuno,
ResponderEliminarTambém estou bastante preocupada com o que se passa na CML. Mas para não tornar o meu blog demasiado "político", estava a dar uns posts de margem eheheh.
Ainda não compreendi como é possível ter ganho a direita!
ResponderEliminarCom 86% dos Franceses a votar e mesmo assim a Ségoléne a perder... triste, muito triste!
Miss Alcor,
ResponderEliminarO problema é esse, o discurso de Sarkozy era (é) assustador. A Ségolène não era assim tão tão convincente, mas não era de direita.
(Bem vinda!)