No Dia Mundial da Poupança, a DECO emite alguns conselhos e dicas para ajudar os portugueses a gerirem o seu orçamento familiar.
Faça um «pé-de-meia»
«Para poupar é preciso abdicar de alguns gastos. É fundamental ter um «pé de meia» equivalente a cinco ou seis vezes o rendimento mensal da família para eventuais imprevistos».
«É muito importante saber gerir o nosso dinheiro numa época em que os apelos ao consumo são excessivos. Quase tudo está acessível a todos. Cada vez mais, é essencial estar consciente das reais necessidades de cada um e definir prioridades. Em função destas é que devemos gerir o nosso orçamento».
Orçamento mensal
«Todos os meses devemos elaborar o orçamento. É um cálculo simples para saber quanto vamos receber e prever o que iremos gastar e quanto conseguiremos poupar».
A DECO aconselha as famílias a fazer uma lista das despesas (casa, água, luz, telecomunicações, gás, vestuário, educação das crianças, alimentação, transportes e combustíveis, etc.) com os respectivos montantes que estimam gastar com cada uma destas rubricas.
Paralelamente, é necessário fazer uma lista das receitas do agregado familiar: salários, pensões, abono de família, prestações sociais, prémios, etc. Subtraindo a soma das despesas à soma das receitas, é possível apurar quanto se poupa.
Se o saldo for nulo ou mesmo negativo, está bom de ver: é preciso poupar nalguma coisa. É então altura de sentar à mesma todos os membros da família, incluindo crianças, para discutir em que é que se pode gastar menos.
Visto aqui.
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Olá,
ResponderEliminaracredita que eu já adoptei essas medidas, e sinceramente vejo que o tento guardar para o pé de meia é cada vez mais pequenino e tento comprar sempre só o que é necessário mas às vezes é complicado.
Beijinhos
Lua,
ResponderEliminarAcredito.
Estas medidas parecem muito correctas, conceptualmente. Na prática, como é que uma família consegue juntar um "pé-de-meia" quando, mesmo limitando-se ao essencial, o dinheiro não chega até ao fim do mês?
excelentes dicas.
ResponderEliminarpena é que o povo quer sempre mais e esquece de fazer as devidas poupanças...
bjos.
sim, também vi na TV e li nos jornais... parece-me muito bem na teoria, mas depois na prática a maioria das pessoas já esboça um sorriso se o salário chegar até ao fim do mês...
ResponderEliminarmiserável isto...
beijocas
Pois, é tudo muito bonito e o pessoal agradece os conselhos da DECO, certamente úteis.
ResponderEliminarMas trabalhamos cada vez mais horas, sem que nos paguem em conformidade, e como o custo de vida aumenta brutalmente, ganhamos cada vez menos.
Por exemplo, basta estarmos a pagar o empréstimo duma casa - por que raio nos prendemos a este fatal destino durante uma vida inteira? - para a questão do pé de meia morrer à nascença, pois passamos a, literalmente - uns mais do que outros - a contar os tostões.
A maior parte das pessoas vive perto, no limite ou acima das suas possibilidades, mas nada que assuste à tão conhecida capacidade de improvisação portuguesa. No final, morremos todos felizes... Cheios de dívidas, mas felizes. Ao menos isso.