
A música, a coreografia, os bailarinos, os figurinos, tudo tão bom. A possibilidade de soltar o espírito e deixá-lo dançar livremente num palco imaginário, até ao cair do pano e o espaço se saciar de palmas, plenamente merecidas. Restabeleci-me.
Blog pouco filosófico de uma pessoa chamada Catarina. Faz parte de um processo incompleto no qual a autora surge e se desenvolve, não se garante escrita regular, podendo este ter ou não continuidade.
Que bom!
ResponderEliminartambém estou a precisar...
ResponderEliminarurgentemente!
de um espetáculo assim.
Assisti há uns meses a um festival de dança comtemporânea e também adorei, combinavam a dança com imagens que passavam em fundo. Gostei imenso.
ResponderEliminarNão tenho paciência para o bailado clássico que de tão certinho e previsível quase me adormece.
Hum... até fiquei com vontade de ir a correr ver um espectáculo destes. Embora eu prefira ballet clássico.
ResponderEliminarTão bom fazer isso, não é? Pôr o espírito a dançar e deixá-lo ir até onde quiser...
ResponderEliminar:)