terça-feira, 14 de abril de 2009
Dar a mão
Nestas últimas semanas dei e recebi muito, levei um cartão vermelho do corpo, recuperei, fiz balanços em alturas de despedidas, emprestei o que não tinha, acompanhei amigos em processos difíceis. O sentimento de sermos uns para os outros, de estarmos disponíveis, numa imensa rede de partilha. Porque a vida é mesmo assim e quando tudo parece ruir é essa teia de afectos que nos impede de cair.
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Estou de mão estendida (sp q precisares de uma ajuda para te erguer ou para amparar uma queda). Estamos longe, nunca nos vimos, mas sinto-te genuinamente boa pessoa e gosto de ti.
ResponderEliminarFlores,
ResponderEliminarÉ genuinamente recíproco tudo, tudo.
E muito obrigada! :)
concordo em absoluto.
ResponderEliminaré pena quando verificamos que há quem aparente estar presente mas que efectivamente não está; mas é muito bom descobrir quem está connosco para o que vier.
não me tinha apercebido.
força e tudo de bom.
:-)
ResponderEliminarEsta tua frase "...Porque a vida é mesmo assim e quando tudo parece ruir é essa teia de afectos que nos impede de cair.", diz tudo.
ResponderEliminarBeijos.
Ainda não tinha visto este post. Faço minhas as palavras da Flores.
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