Mesmo não tendo grande vontade de ir trabalhar, o facto de não ter opção fez-me sentir presa em casa. A verdade é que só preciso de um computador e este, de onde escrevo, contra todas as recomendações médicas, anda comigo para todo o lado.
Ontem tive de ir ao centro da cidade e fui de autocarro. Andei por outros caminhos, exclusivos para transportes públicos, observei as pessoas na rua, espreitei montras de lojas que não fazia ideia existirem, não tive de procurar lugar para estacionar. Cheguei a horas e sem ponta de stress.
Hoje fui a pé ao supermercado, tomei café na pastelaria conhecida da zona, comprei a revista das quartas-feiras numa banca de rua. No regresso a casa deparei-me com um centro de spa de aspecto simpático e preços razoáveis. Vou lá ao fim da tarde usufruir da campanha do mês e perceber se quero ser cliente.
Vencida a sensação inicial, descubro as vantagens de abrandar o ritmo, de me familiarizar com a área onde vivo. Amanhã vou buscar o carro à oficina mas parece-me que vou passar a deixá-lo mais vezes parado à porta de casa.
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é bom aproveitar o que nos rodeia!
ResponderEliminarBoa! Eu adoro andar a pé! Faço muito isso ao fds, quando vou a pé até ao centro da vila e aprecio o caminho até lá. :)
ResponderEliminarE pôr o laptop na oficina não dá?
ResponderEliminarAi essas facetas articulares e tecidos conjuntivos adjacentes de T5, T6, T7, na resposta vasoconstritiva pelo reflexo do sistema nervoso autónomo simpático...!
Ass: O Endireita
Aquilo que aparenta ser negativo, nem sempre o é como se pode comprovar! :)
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